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domingo, 23 de dezembro de 2007

De onde vêm?

De onde vem esta gente toda que enche as ruas, as lojas, os shoppings, quando é Natal? Onde estava antes, que nunca nos cruzáramos?
Vêm do interior comprar os presentes, podem dizer.
Mas no interior tem lojas também. Em algumas cidades até melhores do que as da capital.
Vêm passar o Natal com a família, dizem também.
Mas não é o contrário? Não são os filhos que estudam na capital ou trabalham que voltam para casa nessa época?
A cidade está cheia, entupida de gente e de carros.
E também de chuva, que finalmente resolveu cair, para nos dar o gostinho de que estamos mesmo em Belo Horizonte.
E que Natal sem chuva não tem a menor graça. É como o Natal com neve dos nórdicos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Paz na terra aos homens de boa vontade

Para aqueles que me acompanharam estes seis meses neste pequeno espaço de idéias, principalmente Flávia, Aline, Karina, Gleidson, Léo e Ana Paula Pedrosa. E ainda para outros que davam as caras de vez em quando, Thiago, Fabrícia, Camila, Patrícia Duarte, Elvira, Jader. E para tantos outros que me acompanharam anonimamente.
Obrigada pela calorosa companhia!
Pela enriquecedora contribuição!
E pelo apoio irrestrito!
Que continuemos a nos encontrar por aqui e em outros espaços no próximo ano.
Por enquanto vou bater umas pernas por aí, ver outros mundos, por isso vou ficar mais inconstante por um certo período: uns dias, um mês, quem sabe?
E o meu presente para vocês, no link abaixo:
natal clique aqui
Monte seu presépio clicando e arrastando as figuras e depois clicando em "animer"
Feliz Natal a todos!

sábado, 17 de novembro de 2007

E Papai Noel chegou

E Papai Noel chegou finalmente. Depois de muita empolgação do mestre de cerimônias, de músicas natalinas, e brincadeiras para as crianças que lotavam a praça de alimentação do shopping, ele desceu pelas cordas, do terceiro andar.
Uma entrada triunfal de artista de circo, com direito a muito suspense: "será que ele vai cair"? Será que o Papai Noel chega inteiro ao chão"?, entusiasmava-se o moço da apresentação, esquecido de que era uma festa de crianças, muitas ainda bem pequeninas.
Se eu fosse criança teria morrido de susto. Não gostaria nunca de ver um Papai Noel despencando do alto.
Queria vê-lo sempre entrando por uma chaminé, e quando essa não fosse possível, surgindo de trás de uma porta, disfarçado na penumbra de luzes pisca-piscas da árvore de Natal, para nos surpreender, arrepiar, acelerar o coração.
Mas não. Este Papai Noel desceu de cordas, como se fora um atleta de rappel. Sinal dos tempos.
Deu cambalhotas, magrinho, magrinho. Sinal dos tempos também.
E quando chegou ao chão, foi imediatamente cercado pelos seguranças e levado para outro lugar, sabe-se lá onde.
E a criança que eu sempre fui, não pôde puxar sua barba para ter a certeza de que era de verdade!