Mostrando postagens com marcador Drogas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Drogas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de julho de 2011

De Janis a Amy


Deixei a poeira baixar, sobre a morte da Amy Winehouse, para não ficar repetindo o que todo mundo disse.

Não passou despercebido de ninguém a coincidência de mortes por drogas (se é que a autópsia da Amy vai dar over), aos 27 anos, de estrelas da música.

Isso me levou a uma reflexão: o uso da droga em idade muito tenra, como vem acontecendo, leva aos desfechos trágicos como nos casos sempre lembrados (Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Kurt Cobain).

Um adulto usar droga tem grande diferença de um adolescente. Embora o perigo de vício seja igual, as condições de seu abandono são melhores para um adulto.

O adulto tem a maturidade para sopesar os malefícios. Tem opções de vida que o levem a outras escolhas (trabalho, família, filhos).

Já entre os adolescentes, esses critérios não existem. Sua visão de mundo é o agora, é o grupo da escola ou da rua. Seu horizonte é restrito, o que dificulta uma definição pelo abandono do vício.

Daí ser urgente medidas de combate às drogas bem focadas no público infanto-juvenil, com um cerco maior ao tráfico nas portas de escolas e maior controle em bares, onde a liberalidade na venda de álcool para menores leva inevitavelmente às outras drogas

quarta-feira, 20 de julho de 2011

É preciso um basta às drogas

Estou muito invocada com as notícias das drogas em Belo Horizonte. Aliás em Minas, porque segundo relatos diversos, a coisa se alastrou feito erva daninha pelo interior.

E não é coisa pouca não, um cigarrinho de maconha aqui, outro ali. É crack e cocaina.

Tudo vendido a preço de banana na porta das escolas, principalmente as estaduais, de bairros mais distantes. Ou se você quiser é só contatar o traficante pelo MSN. Ou ainda pelo Orkut, com determinados códigos.

Aqui em Belo Horizonte, no Colégio Polivalente (ou Alisson Paulinelli, oficialmente), no bairro Alípio de Melo, a meninada passou dos limites: é cheiração a qualquer hora.

No mesmo bairro há um bar, com o singelo nome de "Chapadão", onde garotos e garotas de 15/16 anos usam à vontade, depois de comprar bebida alcóolica também sem qualquer problema. Dizem ainda que lá é ponto de alguns jogadores de futebol, que vão lá para cheirar.

E não há um movimento da Polícia Militar para coibir isso, apesar de ter um mapa de todos os pontos de venda de drogas da cidade. Não há uma política pública. Não há um movimento da sociedade civil para amenizar este drama.

Só há, cada vez mais, jovens se perdendo, famílias se desmantelando e um conformismo estúpido.

O que vai ser dessas gerações?