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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Férias de graça em Cancún

Pela primeira vez, desde que cheguei do México, fiquei triste de não ter pego o vírus da gripe influenza A. E não estou de brincadeira não.
Se antes fiquei aliviadíssima após os 10 dias do período de incubação, agora estou aborrecidíssima.
É que vi ontem a associação dos hoteleiros de Cancún oferecendo um pacote de férias gratuitas (uma semana), em hotéis de lá, por três anos consecutivos, para quem, comprovadamente, foi contaminado e sarou.
Fiquei com ódio da Secretaria de Estado da Saúde que sequer me indicou ir ao Hospital das Clínicas, pelo menos para fazer uma avaliação médica, mesmo quando eu liguei para informar que estava esspirrando muito e tossindo, ainda dentro do prazo de contaminação do vírus (no nono dia manifestei esses sintomas, que a SES disse ser da gripe comum).
E com mais ódio ainda, já que minha filha ficou gripada, bem mal, com uma tosse infernal por mais de 10 dias. Os meus sintomas foram mais suaves. Lembrem-se que estive na Cidade do México, Acapulco, Mérida e Cancún, no auge da epidemia.
Já pensou se eu tivesse feito o exame e ter sido positivada para o influenza A?
Já estaria curada e candidatíssima a ir a Cancún durante três anos seguidos.
Ficar lá naquela mordomia toda, naquele paraíso, de graça!
E com possibilidade ainda de passagens aéreas também gratuitas, segundo o boss lá da associação dos hoteleiros.
Mas já viu como é a Lei de Murphy, né?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A "consulta " da influenza A

É cansativo ter de voltar ao assunto da gripe influenza A, mas sou obrigada a relatar o que me aconteceu, para mostrar mais uma vez o despreparo dos órgãos oficiais encarregados de monitorar a epidemia.
E é bom que se repita insistentemente: é epidemia, quase pandemia.
No sábado à noite, 9º dia da minha volta do México, comecei com uns sintomas da gripe, imagino que a comum. Espirros abundantes, congestão nasal e dor de cabeça leve. Nada de febre, nada de dores musculares e tosse. Domingo a coisa persistiu e minha filha também reclamou. Os sintomas dela foram só espirros e dor de cabeça, e um ligeiro estado febril (37.5 graus).
Hoje, segunda-feira, ligo para o o8002832255 da Secretaria de Estado de Saúde.
Finalmente resolveram pegar meus dados, quando fui e quando voltei do México, telefone e endereço.
A atendente, Ana Paula, disse que a médica iria me ligar em poucos minutos.
Disse a ela que não estava impressionada, só precisava tomar medidas em relação à minha secretária, e ao meu emprego. Ou seja, quis deixar claro que não estou preocupada, pois não sou nem um pouco neurótica com doenças, pelo contrário, sou bastante displiscente.
Bom, duas horas e meia depois, nada de telefonema.
Nesse meio tempo já havia falado com o médico da Assembléia, pedindo uma orientação sobre ir ou não trabalhar.
Disse para ele que os espirros e a coriza muito intensos poderiam deixar inseguros meus colegas. Ele concordou e me mandou ficar em casa hoje, inclusive para evitar uma propagação da gripe comum, que segundo ele, deve ser o meu caso.
Eu concordei e também acho que apenas dei o azar de pegar a gripe comum ainda dentro do período de manifestação da influenza A.
Voltei a ligar na Secretaria de Saúde e reclamei que não havia recebido o telefonema ainda.
A atendente disse que hoje estava tendo uma demanda grande de ligações, o que acendeu minha luzinha de jornalista, pois indica algum descontrole ou um certo pânico da população. E pediu meu endereço novamente, o que indica uma bagunça no atendimento telefônico.
Finalmente a médica, Neuza Soares Menzes, agora da Secretaria Municipal de Saúde, me ligou e descartou imediatamente a influenza A, pelo critério do tempo.
Achei muito precária a "consulta" pelo telefone, pois se trata de um vírus muito desconhecido, de alta mutação e, portanto, que merecia um rigor maior nos critérios de avaliação da contaminação.
Mas este é o Brasil.
Estas são nossas autoridades sanitárias, que nunca lidaram com uma situação dessas, a não ser em relação à dengue, e que deveriam estar mais criteriosos, mais desconfiados, porque depois do vírus instalado, não terão nem linhas telefônicas para atender os chamados.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

E a gripe chegou

Finalmente não deu para esconder mais e o governo brasileiro teve de admitir hoje quatro casos da gripe influenza A.
Disso tudo fica uma certeza: os governos continuam cometendo eternamente os mesmos erros: esconder da população a verdade, ou mascarar, ou dourar a pílula.
Desde domingo, alguns de nós, por causa de contatos dentro da vigilância epidemilógica de São Paulo, já sabíamos do caso naquele estado, confirmadíssimo. Menos pelas autoridades brasileiras e por esta imprensa incompetente, que fica repetindo infinitamente, sem levantar o traseiro de suas redações refrigeradas, o que o comunicado oficial garante.
Ô saudade dos tempos da imprensa que apurava, que não engolia releases e comunicados oficiais.
A história brasileira está repleta de mentiras encobertas pelos comunicados oficiais.
Alguém ainda se lembra do caso do Tancredo Neves?
Pois é, pouca coisa mudou.
Aliás piorou, porque agora não há jornalistas dispostos a desvendar esquisitices.
É mais, mais cômodo, mais rentável repetir o oficial, "colocando na boca do entrevistado" (jargão dos jornalistas para as declarações entre aspas, sem qualquer apuração).
A confirmação já era sabida, mas a informação foi sendo ministrada em doses homeopáticas, como na declaração do ministro Temporão (será que ele algum dia amadurece?), de que "a chegada do vírus ao Brasil é inevitável".
De que adianta o ufanismo agora, de que estamos preparados, temos remédio para 9 milhões de pessoas, etc?
Por que não admitir desde o início que existia muito discurso e pouca ação, pouco comprometimento dos servidores da área de saúde que trabalham no caso?
Por que não admitir desde o início que o Brasil não tinha sequer como comprovar os casos suspeitos porque não possuía o kit do exame, que só chegou hoje? (Coincidência o anúncio oficial dos quatro casos?)
Por que não admitir que instalado o vírus no país, pelas nossas condições sanitárias, corremos o risco de ele se alastrar rapidamente?
E pior de tudo, por que as autoridades estão se lixando (para usar uma palavra na moda entre os políticos), para a possibilidade da segunda onda da gripe, mais intensa e devastadora?
Só para avivar nossas memórias: dengue era uma doencinha de nada, que acontecia aqui e ali e hoje é este flagelo, que governo nenhum de cidade ou estado consegue controlar. E com dezenas e dezenas de mortes todos os anos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

E a Globo manda a Vigilância me ligar

Depois que a Secretaria de Saúde me ligou no sábado sobre a gripe suína - que não é suína mais, e sim Influenza A (H1N1), depois que os porcos reclamaram que não tinha ninguém por lá com gripe-, fiquei mirabolando como a SES conseguiu meu telefone.
Primeiro achei que foi por causa da matéria do Hoje em Dia, mas como a Rosângela Guimarães não recebeu nenhuma ligação, descartei esta via.
Pensei que havia sido a minha irmã Glória, em sua esculhambação com o pessoal da Infraero em Confins e depois com os da Vigilância Sanitária estadual. Ela passou de setor em setor, esculhambando todo mundo.
Mas ela não deu meu telefone para ninguém, aliás, segundo ela, nem perguntaram meu nome ou algo assim básico.
Aí me lembrei que no meu contato com a produtora Patrícia, da Globo Minas, deixei meu telefone.
Bingo!
A Globo deve ter ligado para a Secretaria para ver se estavam fazendo a vigilância e citaram minha reclamação.
É a Globo pautando as autoridades também.
Também, porque já pauta o resto da imprensa, o público brasileiro e até sul-americano.
Recebo o e-mail de minhas colegas paulistas, duas de Campinas e duas da Capital. Fora o desgaste da viagem, o estresse, a tensão, o atraso do voo em duas horas das duas últimas, ao chegar em Guarulhos no sábado, também não foram abordadas. E também não receberam folheto algum.
Há anúncio pago nas tvs e jornais sobre a epidemia, numa clara inversão de público-alvo. Os que chegam do México e Estados Unidos passam batido.
E depois querem que os anônimos que folheiam o jornal displicentemente, ou saem da frente da tv no intervalo da novela ou do jogo, prestem atenção naquele anúncio ali.
Enquanto isso a OMS já disse hoje que vai declarar nível 6 da epidemia.

sábado, 2 de maio de 2009

A vigilância vigia depois que a imprensa reclama

No aeroporto do México esperando voo para Cancún

Como não fui abordada em Confins, depois de chegar do México, fui para os jornais. Liguei para a Globo e a produtora do MG TV "ouviu" tudo muito pacientemente. Provavelmente vendo tv, conversando com alguém do lado e revirando os olhos, pensando "mais um que quer aparecer".
Bem, não é o meu caso, afinal sou jornalista e sei como se dá a produção da notícia.
Sei dos interesses todos que determinam qual fato irá ao ar e como.
Mas o jornal Hoje em Dia deu nossa reclamação, minha e da editora-adjunta deles, Rosângela Guimarães.
Além disso, minha irmã Glória ligou para a Vigilância Sanitária em Confins e fez um escarcéu danado com o fato de eu não ter sido abordada. E ainda foi atendida com rispidez e com informações truncadas. Esta é a burocracia das coisas.
Resultado: hoje, às 11 horas recebi um telefonema da Secretaria de Saúde do Estado, perguntando se eu estava bem e me deixando um 0800 caso manifeste algum sintoma daqui para frente.
No Hoje em Dia, uma dentista que chegou do México dois dias antes de mim, com um filho bebê, também se queixou de não ter sido abordada e de não ter recebido telefonema nenhum até ontem, dia da produção da notícia do jornal.
O jornal que dá o outro lado da notícia, que não a declaração oficial de "que estamos distribuindo folhetos a todos passageiros procedentes de áreas de risco", presta um serviço social e faz um papel que deveria ser das autoridades.
A Secretaria da Saúde não está distribuindo folhetos informativos coisíssima nenhuma, pelo menos nos voos da Copa, os únicos procedentes do México.
Só se estão distribuindo nos voos que chegam de Lisboa, os únicos internacionais, além deste do México. Ou quem sabe os da ponte aérea Rio/São Paulo.
E assim caminha a humanidade: autoridades dizem que fazem, mas as ações não chegam aos interessados.
E vamos vivendo todos neste circo de engodos, falácias, espetáculos, como se as doenças fossem combatidas com ações psicológicas.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A vigilância que não vigia a gripe

Chego em Confins na madrugada de hoje, preparada para ser barrada, colocada numa ambulância e levada para o isolamento do Hospital das Clínicas.
Afinal estou voltando do México, de Cancún, mas estive também na capital, onde a epidemia se espalhou rapidamente.
Na saída do aeroporto mexicano recebi máscaras, folhetos explicativos sobre a doença e um questionário para responder sobre se senti dois dos seis sintomas.
Na escala no Panamá, a mesma coisa.
Mas no Brasil, em Beagá, nada aconteceu. Todo mundo desceu tranquilamente, apesar de uma mulher ter espirrado metade da viagem e de um senhor mais velho ter tossido outro tanto. Ambos sem proteger os incômodos com um lenço sequer.
Claro que é brincadeira a primeira frase, mas que eu esperava alguma coisa mais, esperava.
Afinal não dá para combater epidemia só com a boa vontade de cada um.
Eu me preveni com máscara, passei já do período de manifestação da doença (de 2 a 7 dias), mas poderia ter sido contaminada em qualquer dos aeroportos e só saber daqui a dois dias.
O chato é ver o ministro Temporão, com aquele cabelão ao vento, mastigando mentiras.
Não dá para fazer jogo de cena nestes casos.
Não dá para chamar a imprensa, principalmente tvs, para ir aos aeroportos, junto com a Vigilância Sanitária e fiscalizar um voo qualquer.
Dá ótimas imagens, mas não dá resultado.
Foi assim com a Aids, cujas campanhas levaram pelo menos 5 anos até atingir o público-alvo. E o estrago já estava feito.
As autoridades precisam saber que o público-alvo são os viajantes de aviões e navios que tenham passado pelo México e Estados Unidos. E precisam ser mais incisivas, pelo menos recomendando a estes passageiros que fiquem em casa por uns cinco dias, mais ou menos em isolamento, ou pelo menos evitando lugares de grande aglomeração, como igrejas, shoppings, teatros, cinemas, etc.
Eu vou fazer minha parte, me mantendo em semi-isolamento: dei folga de uma semana para a secretária e minha filha foi para a casa de amigos.
Minha consciência - ajudada pelo médico-chefe da instituição onde trabalho, o primeiro a sugerir a quarentena, via e-mail ainda quando eu estava no México -, não me permite agir de outra maneira.
E não é paranóia não: a epidemia teve uma disseminação galopante, passando de um nível a outro em menos de 48 horas. Enquanto eu escrevia num dia que ela estava no nível 4, já havia pulado para o nível 5.
E mesmo que venha a ser controlada nas próximas semanas, não se sabe nada sobre uma recidiva e sua virulência. E pior: as vacinas só estarão prontas daqui a seis meses.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Cancun é um mundo à parte, sem influenza

Se nao fosse um ônibus cheio de turistas que chegou há pouco no hotel, todos com máscaras no rosto, diria que Cancún é outro país. Nao se fala da influenza aqui. Nao estão nem um pouco preocupados. A não ser aqueles que chegam da Cidade do México.
A gripe continua avançando e inclusive em outros países já em alerta.
O nível de risco da epidemia já é o numero 4, segundo OMS. E só há 6 níveis.
No México, o governo tem feito de tudo para deter o avanço, mas é um vírus forte, mutante, sem vacinas, apesar de num primeiro momento o governo mexicano ter dito que estava preparado com 2 milhões de vacinas. E o que é isso num país que tem 24 mihões de pessoas, fora os turistas?
Na capital todos os espetáculos públicos foram cancelados: cinemas, teatros, shows.
No domingo missas na Catedral de Guadalupe foram suspensas, o que é seriíssimo para o país, o mais católico do mundo.
Mas em Cancún não há qualquer sinal de que está havendo uma epidemia.
Procurei hoje máscara, ou cobreboca em três farmácias e nao encontrei.
Disseram que não tinham encomendado.
A mídia continua a bater nas medidas preventivas, que preveem, além de se evitar os locais de grande aglomeração, recomendações para se comer alimentos ricos em vitamina C, lavar bem as mãos.
Vamos ver como saímos daqui amanhã.

domingo, 26 de abril de 2009

Mortes por gripe aumentam no México

Hoje, domingo, leio os jornais com preocupação. Os casos da gripe influenza continuam a subir. O governo mexicano já registra oficialmente 81 mortes. Há dois dias eram 20. Os contaminados já sao 1.324, mas uma vacinação em massa ainda não começou.
Segundo o Ministério da Saúde, que aqui se chama Secretaria de Saúde Federal, há estoques de vacinas, algo como um milhão de doses da vacina, a Oseltamivit, mas elas não são vendidas em farmácias.
Entre as novas medidas para conter a epidemia estão o isolamento de pacientes, mas a ação principal tem se concentrado na vigilância nos aeroportos. Já se param as pessoas para perguntar sobre sintomas da gripe, nos desembarques de cidadãos dos estados mais afetados, o distrito federal, Baixa Califórnia e outros do Norte.
Já foram registrados 16 casos nos Estados Unidos, também em cidades próximas à fronteira com o México.
Medidas mais drásticas como a suspensão de voos ainda nao foram anunciadas, mas um jogo de futebol na Cidade do México hoje, vai ser realizado sem acesso ao público.
No Yucatan, onde estamos, ainda nao há registros de casos da gripe. Mas as medidas de segurança estão em andamento. A principal é o cerco aos passageiros que chegam da capital. As autoridades portuárias estao instruídas para notificar casos suspeitos à Secretaria de Saúde do Estado, contudo, sem alarmar os demais passageiros.

sábado, 25 de abril de 2009

Gripe deixa o México em alerta

Tomo um susto ao voltar à cidade do México para fazer conexão para a Península do Yucatan, vinda de Acapulco. Não há voos diretos, por isso precisamos voltar ao aeroporto da capital.
Antes de sair do desembarque já vemos as pessoas com as máscaras no rosto, "os tapa-bocas" como dizem aqui.
O medo da gripe influenza é grande. Há dois dias houve um princípio de pânico, sobretudo no distrito federal, porque as pessoas não sabiam o que estava acontecendo realmente.
Vi nos noticiários e nos jornais impressos que já haviam sido confirmados 24 casos de morte pela gripe. Depois houve desmentidos, até que o Ministério da Saúde foi em rede nacional esclarecer que já se configurava uma epidemia, que as mortes também tinham como causa a gripe, mas que todas as medidas de precaução estavam sendo tomadas. Entre elas a farta distribuição de informes nos aeroportos.
Por isso as máscaras, afinal a Cidade do México tem simplesmente 24 milhões de habitantes (região metropolitana).
Os mexicanos da capital já estão acostumados com as máscaras, pois a cidade já foi uma das mais poluídas do mundo. Hoje há um certo controle, resultado do rodízio dos 6 milhões de veículos.
E outras medidas contra a propoagação da gripe incluíram a suspensao das aulas nas escolas primárias na Cidade do México e a retenção de viajantes que apresentem sintomas.
Há 24 anos nao acontecia uma suspensão de aulas, desde o terremoto de 1985. Dados oficiais já admitem cerca de 1.300 contaminados pela gripe influenza porcina, ou seja, o transmissor é o porco.
E os casos começam a ser notificados em outros estados, como Baixa Califórnia, na divisa com os Estados Unidos.
A Organizaçao Mundial de Saúde alertou o governo mexicano para a possibilidade de uma pandemia, daí as medidas drásticas e imediatas.
Desci no aeroporto para ficar apenas duas horas e tratei de comprar meu "tapa-bocas", sabe como é, seguro morreu de velho.
Todos os funcionários do terminal, tripulações, velhos e crianças principalmente, foram agraciados com as máscaras.
Nos três dias que passei antes na cidade não havia me dado conta da gravidade da situação, mesmo vendo os noticiários. É que gripe parece ser uma coisinha à-toa.
Só que com epidemia que se espalha pelo ar, em um local onde passam milhões de pessoas, não dá para brincar.
Nos estados mais ao Sul, como Guerrero onde estava, em Acapulco, e no Yucatan onde cheguei hoje, ainda nao foram registrados casos.
Graças a Deus!